GRUPO UNIDAS CONSTRÓI O PRIMEIRO CREMATÓRIO DA REGIÃO

GRUPO UNIDAS CONSTRÓI O PRIMEIRO CREMATÓRIO DA REGIÃO

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O Grupo Unidas inovando sempre e saindo na frente com novos benefícios aos seus associados, está implantando o primeiro crematório de humanos e pets que atenderá Piracicaba e região. A obra, um projeto arrojado e de alto investimento, está sendo construído no bairro do Chicó (entre Piracicaba e Saltinho), à beira da pista; Ocupa um terreno de dez mil metros quadrados e objetiva funcionar dentro de aproximadamente oito meses. A construção do complexo será realizada em duas etapas: na primeira fase, será construído o crematório com entrada para veículos e na segunda fase, depois de concluída a obra, serão incorporados ao complexo os serviços de jardinagem, arborização, bancos e iluminação, amplo estacionamento, velório com várias salas, auditório para o cerimonial das homenagens póstumas e despedidas, apartamentos para descanso de familiares que pernoitam, floricultura, lanchonete, sistema hidráulico para exposição da urna, condutor de passagem subterrânea ligando o velório às geladeiras e crematórios, setor privado às famílias, ala administrativa, etc. – um verdadeiro cartão postal. O lindo projeto foi desenhado pelo arquiteto Rafael… e a execução da obra está sob a responsabilidade do Engenheiro Dr. João Victor, prometendo ser o mais belo crematório em estrutura, tecnologia e paisagismo que se tenha conhecimento.

Podemos dizer que cremação é uma versão acelerada da decomposição natural. O procedimento se faz em imensos e potentes fornos a gás. A temperatura excede os 1.000 graus Celsius. O calor reduz o corpo a pó em apenas duas horas, em vez de anos, como ocorre com o cadáver enterrado na terra. Após a cremação a família recebe uma urna com algo em torno de 1,5 quilos de “cinzas”, podendo guardá-las ou espalhá-las no mar, no jardim de sua casa, deixá-las no memorial do próprio crematório e, até mesmo, transformá-las em diamante (anéis e pingentes) ou mesmo em peças decorativas em cristais.

A procura por esse serviço tem crescido muito nos últimos anos. Até 1997 existiam apenas três crematórios no Brasil; hoje são cerca de quarenta e cinco, e há uma série de razões para que os brasileiros aos poucos optem pela cremação, e não pelo tradicional enterro no cemitério. Uma delas é de ordem financeira: um terreno no cemitério chega a custar em torno de onze mil e quinhentos reais e a família se responsabiliza em pagar taxas anuais ao cemitério para cuidar da manutenção do jazigo, enquanto que a cremação deverá custar em torno de dois mil reais. Outra razão, diz respeito às questões religiosas: até 50 anos atrás, a Igreja Católica — predominante no Brasil — não autorizava a cremação. A situação mudou no início dos anos 60, quando o Concílio Vaticano II anunciou que os fiéis não precisariam mais seguir à risca a oração conhecida como Credo, que diz “creio (…) na ressurreição da carne”.

Para os católicos contemporâneos, o que ressuscita é a alma, e não o corpo. Entre as principais religiões, o islamismo e o judaísmo não permitem a cremação. O espiritismo apenas pede que se aguarde de dois a três dias, antes de cremar — há espíritos que precisam desse tempo para desencarnar. No hinduísmo e no budismo, predominantes em boa parte da Ásia, a cremação é um ritual obrigatório para que a alma se liberte do corpo. Tem-se também a questão cultural: nos Estados Unidos da América, por exemplo, cerca de 80% dos falecidos são cremados, na Índia e China chega a 90% e no Japão a 99%. A questão cultural começou a provocar mudanças no Brasil a partir de 2007 quando grandes personalidades que são formadoras de opinião, (escritores, políticos, atores e diretores de TV, atletas famosos, etc.) optaram pelo serviço, e com a quebra desse paradigma, muitos passaram a procurar pela cremação.

Outro fator determinante são as questões ambientais: quando ocorre um óbito, após 24h o corpo passa a produzir o necrochorume, um líquido viscoso de cor escura, que cheira mal e favorece a proliferação de bactérias contaminando o solo. No caso da cremação, a dispersão de cinzas não oferece o risco de contaminar o lençol freático como ocorre com o sepultamento de cadáveres. Na cremação, os gases são tratados de modo a não poluir o ar. Quem mora próximo a crematórios podem ficar absolutamente tranquilos porque não tem barulho, não tem cheiro e muito menos fumaça, o que se vê pelas chaminés é apenas emissão de gases não poluentes. O interessante também é que Piracicaba terá o crematório Pet, ou seja, aquele animalzinho que você tanto estima, não será jogado ou enterrado em qualquer lugar, bem como os animais sem donos que morrem atropelados e ficam expostos contaminando o solo e o ar. Agora você poderá perpetuar a sua companhia guardando as cinzas do seu bichinho de estimação. A disseminação dos crematórios é mais um passo numa mudança de comportamento social iniciada décadas atrás e o Grupo Unidas tem a honra de ser o precursor e idealizador desse grande projeto na microrregião de Piracicaba. Veja no slide as imagens do projeto. Clique em cima da foto para vê-la no tamanho grande.

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